Lê o que hoje alguém digita
Uma redação escrita à mão, uma planilha antiga, uma nota fiscal. O que a máquina não conseguiu ler direito ela mostra e pergunta, em vez de chutar.
A IGM cria plataformas de educação, saúde e gestão para governos que precisam entregar resultado com a equipe que já têm.
Educação · Saúde · Gestão
São as três que mais consomem o tempo de uma gestão e as três em que a informação chega mais tarde. Nenhuma delas exige trocar o sistema que a prefeitura já usa.
O aluno recebe a redação corrigida ainda na mesma semana.
O professor fotografa a folha e a correção volta pronta para ele revisar e assinar. A escola passa a enxergar onde a turma está travando a tempo de fazer alguma coisa.
Quem está esperando, onde tem vaga e o que está faltando — hoje.
A informação da rede está espalhada entre sistemas que não conversam. O Malha junta tudo numa tela e mostra o que precisa de decisão agora, antes de virar fila ou falta de remédio.
Saber o que a prefeitura tem, onde está e quanto vale.
O inventário do município feito pelo celular, sem trocar o sistema de gestão que a prefeitura já usa. No fim, os números batem com a contabilidade e a prestação de contas para de travar.
O que a IGM faz
Cada uma resolve um problema inteiro, do começo ao fim. Ninguém precisa entender de inteligência artificial para usar nenhuma delas.
O professor fotografa a redação. A correção volta pronta para revisar.
O aluno escreve à mão, como sempre escreveu. O professor tira uma foto da folha e recebe a correção pronta, com os trechos marcados e uma nota sugerida. Ele ajusta o que quiser e assina.
Ver a plataformaOs cursos da sua rede, com acompanhamento de quem está estudando.
Uma plataforma para publicar os cursos que a secretaria já produziu e acompanhar turma por turma quem está avançando, quem parou e onde as pessoas travam.
Ver a plataformaA saúde do município numa tela só.
Quem está esperando, onde tem vaga, quem está de plantão e o que vai faltar na farmácia na semana que vem. Reunido em um lugar, atualizado todo dia.
Ver a plataformaO patrimônio da prefeitura em dia, sem trocar de sistema.
Saber o que o município tem, onde está, com quem está e quanto vale. O inventário é feito pelo celular e, no fim, os números batem com a contabilidade.
Ver a plataformaSobre a inteligência artificial
Ela adianta o trabalho repetitivo e aponta o que merece atenção. Nunca lança uma nota, aprova uma despesa nem fecha um atendimento sozinha.
Uma redação escrita à mão, uma planilha antiga, uma nota fiscal. O que a máquina não conseguiu ler direito ela mostra e pergunta, em vez de chutar.
Informação que hoje mora em cinco lugares diferentes passa a aparecer no mesmo lugar, com a origem de cada número à vista.
Prazo que vai vencer, remédio que vai faltar, bem que sumiu do inventário. O aviso chega enquanto ainda dá tempo de resolver.
Implantação
Sem virar projeto eterno e sem parar o trabalho de ninguém. Cada etapa termina com uma entrega que a sua equipe confere antes de a próxima começar.
A planilha do patrimônio, o material das escolas, o retrato da rede de saúde. Do jeito que estiverem. É esse ponto de partida que mostra o tamanho real do trabalho, antes de qualquer promessa de prazo.
Uma secretaria, uma escola ou um hospital primeiro. A equipe aprende usando, aponta o que não serve e só então o resto entra. Ninguém precisa parar de trabalhar para a implantação acontecer.
A implantação termina quando a sua equipe conduz um ciclo inteiro sozinha. Os dados são do município: você exporta quando quiser, sem pedir autorização e sem custo.
Antes de decidir
Não. Nossas plataformas entram onde hoje existe uma lacuna e conversam com o que já está contratado.
Ninguém precisa romper contrato, abrir nova licitação de ERP ou esperar o fim de uma vigência para começar.
Foi para ela que o produto foi desenhado. A gente projeta para o menor município primeiro, porque crescer para cima é fácil e o contrário nunca foi.
O que dá para resolver pelo celular, resolve pelo celular — inclusive sem internet, no trabalho de campo.
As primeiras respostas úteis aparecem nas primeiras semanas, ainda com os dados do jeito que estão.
A implantação completa de um município médio leva de quatro a seis meses. Uma câmara municipal, cerca de dois.
Não. Ela lê, organiza e sugere. Quem decide é sempre uma pessoa, e fica registrado quem decidiu.
A nota é do professor. A baixa do bem é do responsável pela guarda. A prioridade de investimento é da gestão.
Pelos caminhos normais de compra pública, do menor escopo à solução completa, inclusive por consórcio quando vários municípios se juntam.
Participamos do estudo técnico preliminar quando o município convida e entregamos um modelo de termo de referência de graça — inclusive para quem vier a contratar outro fornecedor.
Ficam separados por município, e cada consulta fica registrada com a finalidade e o responsável.
Trabalhamos com o mínimo necessário: na maior parte do tempo, o dado pessoal em jogo é o do servidor responsável, não o do cidadão.
Uma conversa objetiva
Uma pendência que voltou na prestação de contas, uma fila que cresceu, um prazo prestes a vencer ou uma equipe que precisa se atualizar. Quanto mais específico for o problema, mais útil vai ser a primeira conversa.
Escrever para a IGMcontato@igms.com.br